Profº João Carlos Melo. Educação é Infinita, sem fronteiras... O conhecimento é uma soma absoluta.
Este Blog destina-se aos meus Alunos, aos meus Clientes e aqueles que procuram informações do Universo da Administração e do Marketing.
Fui Paraninfo de várias Turmas/Unopar
terça-feira, 1 de abril de 2025
A VERDADEIRA HISTÓTIA DO 8 DE JANEIRO EM BRASÍLIA
Estamos atolados em tanta mentira diária que às vezes a gente esquece dos fatos. E do que eles realmente significaram.
O 8 de janeiro não caiu do céu. Foi o ponto alto de uma sequência longa e bem planejada.
Agora tentam nos fazer esquecer. Tentam confundir. Criam versões novas toda semana.
Por isso é preciso relembrar. Com clareza. Com rigor. Sem hesitar.
O golpe não começou no dia da invasão aos Três Poderes.
Começou quando Bolsonaro passou a atacar as urnas eletrônicas.
Disse que não aceitaria o resultado. Chamou o sistema eleitoral de fraude.
Tentou empurrar os militares pra dentro do TSE.
Desmoralizou o processo eleitoral todos os dias.
Os atos de 7 de setembro mostraram a direção.
Camisas da Seleção, faixas pedindo intervenção, ameaças diretas ao STF.
Bolsonaro falava como se já não houvesse Constituição.
Prometia que a “limpeza” viria.
Estava tudo anunciado. E muita gente fingiu que não era nada.
Depois da derrota nas urnas, a coisa escalou.
Acampamentos em frente aos quartéis. Pedidos por golpe militar.
Vaquinhas, caravanas, alimentação, barracas, logística.
Tudo financiado por apoiadores e empresários alinhados.
E tudo com a omissão de autoridades que viram e deixaram acontecer.
Tentaram disfarçar o acampamento como um ajuntamento de “velhinhas com Bíblia na mão”.
Mas não era. Tinha comando, financiamento, plano.
Era o QG do golpismo. E lá dentro se produzia ódio, sabotagem, ameaça.
A empáfia de chamar aquilo de manifestação pacífica só reforça o desprezo que têm pela inteligência alheia.
Antes mesmo do 8 de janeiro, já tinham testado os limites. Fizeram parar caminhões de cargas nas estradas.
Tentaram explodir caminhões de combustível no aeroporto de Brasília.
Planejaram atentados em pontos estratégicos da cidade.
Foram interceptados por pouco.
Queriam criar pânico e forçar a ruptura institucional.
Mas chamam isso de “indignação popular”.
A invasão veio depois. Mas era parte do plano.
Invadiram os prédios dos Três Poderes com violência.
Destruíram o interior do Supremo, do Congresso, do Planalto.
Queriam mostrar que não reconheciam mais a autoridade de nenhum deles.
Era o gesto simbólico de quem rejeita o pacto democrático.
Quem estava lá na linha de frente da repressão ao caos?
Os de sempre.
Filhos de trabalhador, farda suada, armamento precário.
Foram jogados na confusão sem proteção nem comando claro.
Enquanto os chefes sumiam ou faziam vista grossa.
Enquanto os civis com grana voltavam nos seus ônibus fretados.
Dizer que Bolsonaro estava em Orlando é uma tentativa grosseira de escapar.
Ele não precisava estar no local.
Passou quatro anos preparando o terreno, testando os limites, inflamando a base.
Saiu antes do estouro porque sabia onde tudo ia dar.
Se retirou, esperando colher o que os outros plantariam.
As desculpas vieram logo.
Dizem que foi tudo armado pelo governo.
Que houve infiltração da esquerda.
Que foi protesto que saiu do controle.
Reviram os fatos, distorcem tudo.
Querem transformar criminosos em manifestantes, mentores em vítimas.
O que está acontecendo agora é outra fase da mesma operação.
Não é só negar responsabilidade.
É tentar embaralhar os fatos.
Criar ruído, repetir mentiras, forçar versões improváveis até que alguém acredite.
Querem que a verdade fique tão difusa que ninguém mais consiga alcançá-la.
Isso não é confusão espontânea. É método.
Mentem muito. Mentem sempre.
Não pra convencer, mas pra confundir.
Pra que ninguém saiba mais o que de fato aconteceu.
Por isso repetir os fatos é necessário.
Dar nome às coisas é resistir ao apagamento.
O que houve foi tentativa de golpe.
E permitir que isso se apague é abrir espaço para o próximo.
Nós sabemos quem são, como são e do que são capazes."
Texto embasado em complementos descritos em análises por:
Profº. Drº. Pltte.°Corfª. Audtº. Influencie Digital
João Carlos de Melo Silva .¨.
Presidente da Global Solutions Tecnologic Soft Business.
Network | Automação Empresarial & Inteligência Artificial
Conectamos soluções para transformar o seu negócio e resgatar o que há de mais valioso: o seu tempo!
Na Network, revolucionamos empresas com automação inteligente e agentes virtuais de IA, criados para otimizar processos, reduzir custos, oferecer uma experiência incrível aos seus clientes e aumentar seu faturamento.
🔹 Análises inteligentes e rápidas
🔹 Identificação de padrões e tendências
🔹 Gestão de risco aprimorada
🔹 Backtesting para estratégias otimizadas
Motivação; Dedicação; Empenho; Mudança, entre outras...
Descubra como a Network pode ser o parceiro ideal para sua jornada de sucesso!
Universidade do Paraná - Kroton - Consultor Empresarial- Professor Palestrante. Contato para Consultorias e Palestras- 21-99485-2094
• PhD em Administração; Professor de Processos Gerenciais; Marketing; Gestão Pública
•. Logística; Administração e Gestão Ambiental
• Congressista Palestrante e Conferencista/Auditor de Negócios Empresariais. 21-99485-2094. Contato para negócios.
• M.E.C nº 116.993.874/118/DF / C.R.A nº 20-34199-7
• Rio de Janeiro -- Brasil
Gestor / CeO UNOPAR / Professor de Treinamentos Empresariais Administração de Empresas e Marketing
• Pense nisso... Reflita... Questione-se... Indague-se... Sugestione-se.… e. Instrua-se ...!!!
Conferencista Palestrante credenciado pela O.I.C
Membro do Conselho Nacional de Educação.
Membro do Conselho Federal de Administração.
Consultor de Desenvolvimentos Empresariais Américas.
Apresentação
https://youtube.com/watch?v=Er63GOzHSfo
https://profjoaocarlos.blogspot.com/?zx=a466f55ad67a7d1
terça-feira, 21 de janeiro de 2025
EXCALIBUR - É a lendária espada associada ao Rei Arthur, é um símbolo poderoso de destino, cavalheirismo e autoridade.
Além de ser uma mera arma, ela representa o direito divino da realeza e a eterna luta entre o bem e o mal. Conhecida por seus poderes extraordinários e origens místicas, Excalibur inspirou inúmeros contos, poemas e interpretações artísticas.
Este artefato icônico incorpora os ideais de bravura, heroísmo e honra que caracterizam a cultura britânica. Sua história transcende o mito, capturando a imaginação do público através das gerações e reforçando as narrativas do Rei Arthur e seus cavaleiros.
As origens da Excalibur estão profundamente enraizadas em ricas lendas e simbolismos, com dois contos primários descrevendo como o Rei Arthur veio a possuir esta espada lendária. A primeira história é a famosa narrativa “A Espada na Pedra”, onde um jovem Arthur puxa a espada de uma pedra e bigorna, provando sua identidade como o verdadeiro rei da Grã-Bretanha. Este ato simboliza o destino e a autoridade divina, sugerindo que apenas alguém de sangue real, como Arthur, poderia realizar tal feito.
Em contraste, outro relato proeminente atribui o presente de Excalibur à mística Dama do Lago. De acordo com esta versão, a espada original de Arthur quebra durante a batalha, deixando-o vulnerável. Guiado pelo mago Merlin, Arthur viaja para um lago sereno onde uma mão emerge da água, presenteando-o com Excalibur. Este encontro destaca os aspectos sobrenaturais do reinado de Arthur e simboliza a conexão entre os reinos terrestre e místico, sugerindo que a realeza de Arthur é humana e divina.
O nome Excalibur tem uma etimologia fascinante. Em galês, a espada é chamada Caledfwlch, derivada de “calet”, que significa duro, e “bwlch”, que significa entalhe ou clivagem, indicando uma arma poderosa. Geoffrey de Monmouth mais tarde adaptou isso para Caliburnus em seus escritos em latim, que eventualmente evoluíram para Excalibur conforme a lenda se espalhou por várias culturas, demonstrando o significado duradouro da arma.
Esses contos da origem de Excalibur variam entre diferentes versões do mito arturiano. A conexão da espada com profecias e seres místicos reflete sua extraordinária importância e destaca temas de soberania legítima e a interação entre os mundos mortal e mágico. Independentemente da origem específica, Excalibur continua sendo um símbolo de realeza divina e o ideal de heroísmo em toda a lenda arturiana.
Excalibur é celebrada não apenas por sua habilidade excepcional, mas também por seus poderes sobrenaturais que a elevam além das armas comuns. A espada é famosa por sua lâmina incrivelmente afiada e durável, capaz de cortar qualquer armadura ou escudo com facilidade. No entanto, seu verdadeiro poder se estende além desses atributos físicos.
Um dos aspectos mais notáveis da Excalibur é sua habilidade de curar ferimentos. Dizem que a bainha da espada possui propriedades mágicas que impedem seu portador de sangrar. Essa característica única torna a Excalibur não apenas uma arma ofensiva formidável, mas também uma ferramenta defensiva inestimável.
Os poderes de Excalibur se estendem ao reino da autoridade e legitimidade. Como a espada do rei legítimo, ela simboliza o direito divino de governar, inspirando lealdade e instilando medo nos inimigos. Em várias lendas, quando Arthur empunha Excalibur, ela emite uma luz ofuscante capaz de cegar os oponentes.
Esse fenômeno representa mais do que força física; ele reflete a retidão moral e o favor divino de Arthur, destacando seu status como o governante legítimo da Grã-Bretanha. Essa dualidade do poder de Excalibur encapsula a fusão de poder físico e liderança ética.
A bainha que acompanha a Excalibur desempenha um papel crucial no aumento do significado da espada. Dizem que ela concede imunidade a ferimentos mortais, garantindo que o portador não sangre por ferimentos sofridos em batalha.
Essa característica protetora ressalta a importância da bainha, sugerindo que a verdadeira força está na capacidade de proteger e suportar o conflito. A natureza protetora da bainha era vital para o Rei Arthur, permitindo que ele se envolvesse em batalhas com maior confiança e segurança.
Somando-se ao fascínio místico de Excalibur estão as inscrições em sua lâmina. As frases "Leve-me" e "Lance-me para longe", gravadas em lados opostos da espada, aludem às decisões pesadas que seu portador enfrenta.
Essas inscrições simbolizam um chamado às armas, incitando Arthur a abraçar seu papel como rei e líder, ao mesmo tempo em que sugerem as responsabilidades e os fardos que acompanham tal poder. Essa dualidade revela as complexidades da realeza, onde o ato de desembainhar a espada incorpora uma aceitação do próprio destino e das obrigações que o acompanham.
Juntas, essas características elevam Excalibur de uma mera arma a um símbolo profundo de realeza, dever e dilemas morais inerentes à liderança. Com suas propriedades sobrenaturais e profundo simbolismo, Excalibur incorpora os ideais das lendas arturianas e continua sendo um ícone duradouro em narrativas míticas.
O Rei Arthur é o mais renomado dono da Excalibur, seu status lendário entrelaçado com a espada, afirmando sua reivindicação ao trono e sua identidade como um governante nobre. O uso da Excalibur por Arthur ao longo de inúmeras batalhas e missões o consolida como uma figura central nas lendas, com a espada se tornando sinônimo de seus feitos heróicos e sacrifício final.
No entanto, outros personagens notáveis na tradição arturiana também estão conectados à Excalibur. Sir Gawain, um dos cavaleiros mais devotados de Arthur, é retratado empunhando a espada durante batalhas de honra e valor. A narrativa às vezes muda de propriedade, demonstrando que, embora Excalibur seja principalmente a espada de Arthur, sua reputação ilustre atrai outros para ela, explorando temas de heroísmo e propriedade legítima dentro da lenda.
O significado de Excalibur se estende além das figuras humanas para suas interações com a mística Dama do Lago, que serve como guardiã da espada e simboliza a intersecção dos reinos humano e mágico. Seu papel na entrega de Excalibur a Arthur e seu eventual retorno ao lago por Sir Bedivere após a morte de Arthur destaca o retorno da espada ao reino da lenda e do mito, significando seu legado duradouro.
Além de Arthur e Gawain, outros personagens estão ligados a Excalibur. Sir Bedivere, um dos cavaleiros mais leais de Arthur, desempenhou um papel crucial em devolver a espada à Dama do Lago após a morte de Arthur, marcando o fim de seu reinado.
O sábio e enigmático mago Merlin também contribuiu para a história de Excalibur, guiando Arthur até a espada e oferecendo conselhos sobre seu uso. Em algumas versões, Merlin é creditado por encantar a espada, imbuindo-a com suas propriedades mágicas.
REPOSTANDO OS VIDEOS. - COMPILAÇÃO DE UFOS/DRONES EM NEW JERSEY - segunda parte
Assinar:
Postagens (Atom)